domingo, 11 de abril de 2010

"já fiz mais duas horas e meia..."

Estas foram as palavras que ouvi de um jovem menino de uns 11, 12 anos quando me cruzei esta tarde com uma par de testemunhas de jeová.
Passei por eles e senti um desconforto generalizado, a começar no estômago que subiu instantaneamente à cabeça, memórias do meu passado e desceu novamente ao estômago.
Visceral.
Raiva, é o que eu sinto, obviamente, não do jovem inocente, mas da seita das testemunhas de jeová, maligna que instrui tantos jovens, sem autorização e abusando da sua juventude, a serem qualquer coisa sem forma.
Impróprios!
Agora que volto a recordar-me das palavras que aquele jovem proferiu, pergunto-me: o que passará pela cabeça daquele jovem? Quem diz aquilo, o que pensa mais? Quem diz aquilo, o que diz mais que eu não ouvi? O que quererá dizer aquele jovem com "já fiz mais duas horas e meia"? Quererá ganhar mais de um prémio que já tem à partida? Será que pedirá ao pai como recompensa uma nova playstation?
Gostaria que este jovem fosse normal.
Gostaria que este jovem fosse mentalmente são para se libertar futuramente das amarras das coisas ilógicas.
Gostava de acreditar que este jovem é normal, isto é, também joga playstation...
Sinto nojo das doutrinas das testemunhas de jeová e de todos aqueles que nelas participam porque querem ganhar um prémio: " a vida eterna".
Egoístas!
Cínicos!
Interesseiros!
Hipócritas!
Entretanto, vão formando novas fornalhas, as crianças, trata-se de abuso, num conceito!
Abusadores!
Aquela criança a dizer "já fiz mais duas horas e meia", oh! deus, que tiram a autenticidade à vida simples de uma tarde de sol, de um andar, de um viver.
Insensíveis!
Sinto raiva aumentada por saber que tudo o que as testemunhas de jeová ensinam é "uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma".
Maléficos!
As testemunhas de jeová não ensinam nada de novo, nem dão a felicidade a ninguém. 
A chamada escola da vida essa sim, essa é que ensina tudo: o que há de bom e o que há de mau.
Sinto raiva pelas crianças que são treinadas para dizerem discursos ensaboados.
Desgraçadas crianças!
Há coisas horríveis no mundo, há. De facto!
Perversos!
Pervertidos!
Ocorre-me chamar a este episódio mais um momento de atentado à consciência de alguém. Neste caso, é um atentado à consciência de uma criança, de todas as crianças que crescem como crianças nas testemunhas de jeová!
Violentadores!
Violadores de inocentes!
Sinistros!
Doeu-me ouvir aquela criança dizer o que disse.
É uma dor que não passa assim simplesmente.
É uma dor humana.


Lamento profundamente, de alma, neste século XXI e em todos os séculos, em nome de deus, continuar a haver seitas, pessoas, ditas testemunhas de jeová, testemunhas de deus, testemunhas de crimes, pregadoras e promotoras de atentados às consciências de quem não pode ter uma palavra, um atentado contra as crianças, uma escolha, que em nome de deus, que os adultos enganam, violam as consciências das crianças, choca-me no mais íntimo, principalmente, por ver crianças desvirginadas da sua inocência, não lhes sendo dada a possibilidade de escolha, se querem ou não fazer parte da seita, se querem ou não, andar pelas ruas a fazer aquela figura de pessoas crescidas, que não o são! com fatinho e gravata, oh! deus, desgraçadas crianças que são simplesmente violentadas na sua liberdade de escolha.
É um olhar crítico de quem foi testemunha de jeová.
Está tudo dito, não está?!

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